dá no mesmo

E se o dilúvio viesse ai e a arca de Noé fosse a Europa? O que faria a Europa, colocava um par de cada raça? Um par de cada país? Um par de cada cor? Ou guardava a maior quantidade possível?

O que quererás que os outros povos te façam quando, volvidos 50 anos ou mais, e a crise sossegar do lado de lá do Mediterrâneo, e seres tu, Europa, a precisar de ajuda?

O que vais fazer agora, Europa?

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crise?

Estamos em crise, sempre! Não vale a pena esconder. Antes e depois da idade média, durante o período moderno, sempre! O que difere é a proximidade da crise, essa sensação mais ou menos forte, consoante a ligação que temos às notícias, ao que os outros dizem e pensam, à maré de opiniões que vai falando. Na maior parte dos casos, é sempre menos do que sentimos. Há as excepções, quando a crise sai das conversas e chega ao bolso e logo a seguir à mesa. Haja farinha e água, legumes e arroz que alguma coisa se arranja. E se não houver. São aqueles, os responsáveis, os que nos trouxeram aqui. E se alguém fizer alguma coisa por isso. Encontraste o herói seja digno ou não, amante ou não da liberdade e da tolerância. São esses que passam, os que ficam são os outros, os da tolerância e da liberdade. è quando mais se cria, é quando mais se vive, se sorri.

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