chez nous

Começa simples e complica-se até que temos pena que termine. A parte política poderia desenvolver-se muito mais, mas isso daria um filme de 3 horas…

site: https://www.imdb.com/title/tt6144536/?fbclid=IwAR0qpk88fSgDz-XjpVdujLGYUagDpcyNVNlN-kgzUxaipqoVT1wLW-kxTXM

A máquina, a condição humana

Sonhei com uma máquina. Aquela, a máquina.

Sim, nessa que estás a pensar, a que nos representa, aquela que nos explica, sim, isso, que explicasse tudo, a nós, humanos, claro.

O outro. A outra. Enfim, todos. Aqueles e aquelas que nos passam ao lado, na rua ou num banco, num olhar ou num ecrã. E comecei a construí-la. Estava num palco e tinha uma audiência para ajudar. A ideia era mesmo a de começar pelos antagónicos, depois criar  linhas entre eles e por fim dar-lhe elasticidade. Explico. Começar por conceitos antagónicos, coisas que são escritas, não as vês, apenas as sentes e ouves falar sobre eles, coisas pelas quais lutamos, lutamos e lutaremos, como liberdade, igualdade, justiça. Ligar esses conceitos e depois cada um coloca-se num ponto em cada eixo e no fim fica uma escultura de pontos, característica de cada um.

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haverá

andámos a pensar que a DEMOCRACIA era por si a organização mais apetecida, por isso, defendida, quando percebemos, mais tarde, que o FASCISMO, dizíamos uma doença erradicada na primeira metade do século, existe e pode assumir o tamanho de um estado ou de um império e que sob o nome de uma pessoa apenas, o ditador, muitos outros vivem vidas inteiras a esmagar outras com o seu despotismos e vontade de poder.

Dizem, que o poder é uma emoção tão maior como outras. Desconheço. Nunca o senti. Mas já vi fazê-lo, e todos os dias vejo disso, desde crianças a adultos. Será que o fiz também? Não sei porque o fazemos, nem sei se é uma doença ou um defeito, ou se fruto de alguma raiva escondida/esquecida. Suspeito que levada aos extremos resulta numa DITADURA ou numa fábrica de extermínio. Houve, há e haverá.