há uma artista à espera que te vistas para viver
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há uma artista à espera que te vistas para viver
há uma artista à espera que te vistas para viver
Cultura. É o que fica. É do que me lembro. Nem automóveis, nem telemóveis de ultima geração, nem roupa, nem gagets nenhuns, nem casa com vista sobre a cidade. Do que me recordo com prazer, são esses momentos, bons e maus, em cultura. Ver os outros a representar o que de melhor temos aqui e além mar. Claro, as viagens também. Mas não é cultura também?
Não há como fugir. Um filme cheio de vida. O tempo que não se pode recuperar. A vida que desaparece. O movimento que perde o ritmo até que pára, se tu quiseres, se tu deixares, esse passado alcança-te, engole-te.
Cinema Paraíso, 1988, Giuseppe Tornatore