há um tempo que já passou, um vento que já soprou,

uma hora que não volta, uma porta que já não abre, uma enchada que já não cava,

uma janela que não abre, um frio que se instala, onde voltamos e voltamos e voltamos, e nada,

um portão fechado, cravado ao chão, rodeado de ervas, gravada com tempo,

e tu passaste por aqui, e mesmo que espere o resto de todas as vidas não virás,

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morte

“Um velho a morrer é uma biblioteca a arder” Provérbio Africano

Esperança

Jane Goodall, Público, 29 out 2021

Esperança

“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontade

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Como deves usar o teu telemóvel e a importância de controlarmos a tecnologia, seja ela qual for

A tecnologia que usamos hoje nos telemóveis, computadores, há semelhança de qualquer outra tecnologia, tal como o fogo, é um pau de dois bicos: “estas tecnologias podem ser bastante destrutivas, se não as controlarmos”, Ray Kurzweil

Where not to use your phone

https://www.theatlantic.com/technology/archive/2017/06/where-not-to-use-your-phone/532053/

Saving the Lost Art of Conversation

In a fast-paced digital age, an MIT psychologist tries to slow us down.

https://www.theatlantic.com/magazine/archive/2014/01/the-eavesdropper/355727/

The end of privacy

http://edition.cnn.com/2010/TECH/web/12/13/end.of.privacy.intro/index.html

Future, singularity 2030

http://edition.cnn.com/2011/US/03/08/vbs.singularity.kurzweil/index.html

Adiction

https://indianexpress.com/article/education/phone-addiction-linked-to-loneliness-may-make-students-anxious-about-tests-study-6224514/

2022

façam o favor de fazer algo de jeito em 2022,

em que o outro existe, que o colectivo comum faz parte, onde seja possível distribuir, partilhar e colaborar.

humano

Esse móvel onde deixas esta malga, foi comprado um dia. Foi escolhido. Terão ficado felizes os teus familiares. Terão trabalhado muito para isso, isso que valorizavam. Não saberiam se, ou quem ou quando, irias tu deixar essa malga em cima hoje, agora. Este tempo que nos engole como um Tsunami. Hoje tu, amanhã outros, outrora os teus com quem conviveste. Esse acto tão simples, o de pousar essa malga, já foi. Só tu sabes. Só tu podes dizer. Embora não interesse nada como tantos outras coisas que fazemos. Contudo fazem parte de um continuo inexorável. Sem eles, não seguiriam os momentos mais importantes, aqueles que identificamos como significativos, numa corrente extensa. Essa torrente inclui o ser humano: até quando?

O que vais tu dizer aos outros que eles não saibam já. Que são gananciosos! Porcos! Egoístas! Narcisistas! Cegos! Eles dirão o mesmo de ti e mais: os outros não existem: aqui sou só eu que me convenço da minha permanente razão.

17′: uma lição de humanismo.

https://edition.cnn.com/videos/tv/2021/08/25/amanpour-afghanistan-albania-prime-minister-edi-rama-refugees.cnn