trump, out!

https://www.dn.pt/internacional/o-cartoon-de-andre-carrilho-a-invasao-do-capitolio-13211316.html

vérité: à quoi cela me sert-il?

vérité: à quoi cela me sert-il?

« Croire à la science ou pas est devenu une question éminemment politique, sans doute celle qui va décider de l’avenir du monde » Eva Illouz*

la source: https://www.lemonde.fr/idees/article/2020/12/10/eva-illouz-croire-a-la-science-ou-pas-est-devenu-une-question-eminemment-politique-sans-doute-celle-qui-va-decider-de-l-avenir-du-monde_6062819_3232.html

La vérité comme instrument de pouvoir

Le postmodernisme est le mouvement philosophique qui a formalisé l’idée qu’il pouvait exister plusieurs vérités et pas seulement une, et qu’il fallait donc à la fois démocratiser et démystifier la notion même de vérité. Puis, d’autres courants issus du postmodernisme sont allés plus loin, affirmant que la vérité était au service du pouvoir. Que la vérité était masculine, blanche, européenne, colonialiste ou hétéro-normative.

Cette assimilation de la vérité à un instrument du pouvoir a conduit à un renversement spectaculaire : alors que, du temps des Lumières, la vérité était une arme pour lutter contre les superstitions et la tyrannie politique, c’est à présent sur elle que se concentrent les attaques morales. Tout groupe ou individu a le droit de formuler sa […]

La source: https://www.courrierinternational.com/long-format/idees-il-ny-pas-de-democratie-possible-sans-verite, Ha’Aretz, Tel-Aviv, www.haaretz.co.il

*Eva Illouz, née à Fès, au Maroc, en 1961, est professeur de sociologie et d’anthropologie à l’Université hébraïque de Jérusalem et à l’École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris.

Casa

A Casa é um misto de vivências de alegria, de segurança, de amor, e de sofrimento, desavenças e desgraças. Mas é a Casa. Tem isso tudo e mais ainda, algo mais forte, é onde somos sem máscara, onde nos ouvem sempre seja qual for a nossa opinião, onde setimos esse calor de pertença que em mais lado nenhum se tem.

generosidade

O que mais me preocupa é a quase total falta de generosidade de um humano pelo outro, dividindo o que é seu.

E mais ainda a ausência de principios humanos que orientem o que fazemos e ainda mais o falharmos em seguir esses principios, não importa a pressão que sentimos em volta. E para isso é preciso muita coragem.

https://www.rtp.pt/play/p8226/e514677/os-subversivos

frágil

a liberdade, a tolerância e a humanidade são tão frágeis que doi quando ouvimos noticias, cada vez mais noticias, que vão contra essa liberdade, essa tolerância e põem a humanidade em causa, quando tratamos mal a casa onde vivemos. Se vamos assim qual é o nosso direito em viver aqui?

Amin Malouf, 1:25

Um naufrágio para a humanidade, uma crise identitária sem precedentes.

https://www.rtp.pt/play/p7921/e514294/janela-global

mãe

Não te vi morrer,

veio um homem fardado

sussurar o que eu não queria ouvir

não te vi morrer, não estava

nem para te proteger

nem para te segurar a cabeça

nem para te apertar

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Árvore

apetecia-me contar a história de quem, por defeito, rumava junto dessa árvore com os avós. Ano após ano até se tornar um hábito, uma reflexão de sobrevivência, um esvaziamento, algo que não mudaria, um farol perene, uma segurança, uma ilusão. e que dessa vez, já o tempo passara pelos avós, levava o filho, e este talvez levasse o filho dele.