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esses filmes andam anos e anos nas nossas cabeças… e se os voltamos a ver… mais intrigantes ainda, sem perceber bem aquela necessidade de falar do que não se diz em público, deste paradoxo que é eu e “eu”, vida e “vida”, ser ao mesmo tempo uma única e a de todos, e da velocidade a que se diz na tela. Talvez que a vida seja mais qualidade do que quantidade embora muitos apenas sobrevivam e outros nadem em abundância tal que se tornam ávidos de mais e mais.

 

 

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