escrever — Franz E.

Em destaqueescrever — Franz E.

As palavras queimam e fogem. Desaparecem. Nenhuma parece caber no puzzle. O escritor bem quereria fugir a sete pés. Não pode e não se lembra de uma, que se encaixe, mesmo que retorcida esbaforida louca. Neste vai-vem cai-lhe uma vinda de não sei de onde, num momento qualquer, sem lógica nenhuma. Uff… Como raio vieste tu aqui parar!? Ainda bem. Ainda bem. Lá se pode terminar o parágrafo, a frase, essa simpática que se deitou meliflua como seda. Ah, se isso não acontece, morremos. […]

escrever — Franz E.

disconnect

Não estamos todos… disconnected?

https://www.imdb.com/title/tt1433811/

música?

Porque ouvimos música clássica? Porque, do mesmo modo que no fim do filme “Os falsificadores“, ontem, como hoje e amanhã, queremos sentir-nos humanos.

Eunice

https://www.dn.pt/cultura/morreu-eunice-munoz-a-referencia-do-teatro-portugues-aos-93-anos-10802151.html

Quem se dedicou toda a vida, por inteiro, a contar histórias, vai fazer muita falta, mas serve de exemplo, para quem vem ou está.

https://www.tndm.pt/pt/calendario/eunice-munoz-uma-licao-de-75-anos-de-carreira/

Paralympics

https://www.theatlantic.com/photo/2022/03/scenes-2022-winter-paralympics/627020/

há um tempo que já passou, um vento que já soprou,

uma hora que não volta, uma porta que já não abre, uma enchada que já não cava,

uma janela que não abre, um frio que se instala, onde voltamos e voltamos e voltamos, e nada,

um portão fechado, cravado ao chão, rodeado de ervas, gravada com tempo,

e tu passaste por aqui, e mesmo que espere o resto de todas as vidas não virás,

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morte

“Um velho a morrer é uma biblioteca a arder” Provérbio Africano