Quem sentarias?

Imagina que podes escolher duas pessoas para se sentarem aqui à conversa. Quem seriam?

Sério, seria eu e o Educardo Lourenço, queria ouvi-lo responder às minhas ansiedades. Mas para ele seria um aborrecimento conversar com uma mente tão limitada.

O melhor seria mesmo sentá-lo com o a Elvira Fortunato, e não é por uma questão de paridade de género. É porque são duas pessoas, daquelas a sério, e há muitas neste planeta Portugal, mas que nem liga, elas não precisam de aparecer, mas nós precisamos delas tanto tanto… por exemplo, para uma coisa simples, evitar os vinte mil milhões e a corrupção em que nos vamos afundando. E outras coisas claro.

doisBancosJardim

um mundo negro em Marrocos

Visão Global, minuto 31:23

Apresentado na Universidade do Porto Relatório sobre a situação em que crianças e jovens saharauis vivem nos territórios ocupados, https://porunsaharalibre.org/pt/2019/03/07/presentado-en-la-universidad-de-porto-informe-sobre-la-situacion-en-que-viven-los-ninos-y-jovenes-saharauis-de-los-territorios-ocupados/

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uma luz, nesse candeeiro

bem sei que havia uma luz, e que por isso há, noutro lugar, mas que eu queria era que ainda essa luz estivesse onde estava. avessos que somos há mudança, que fosse o mesmissimo candeeiro de outrora, por cima da mesma porta. Havia essa luz, num pequeno candeiro, cintilante, quase a apagar-se, reticente, fizesse o tempo que fizesse, no meio dessa tempestade da mais violenta que imagines, mas que estava lá, à tua chegada, no meio da chuva intensa, do vento bruto e quase sem visibilidade, essa pequena luz termitente, estava, dentro desse candeiro por cima de uma porta que se abriria, qual magia, fosse qual fosse a hora a que chegasses, fosse qual fosse o estado em que chegasses, fizesse o tempo que fizesse. Essa porta abraçava-te desde que fosses tu.

aos menos avisados

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uma terra negra para os lados de Marrocos

https://www.rtp.pt/play/p282/visao-global

sentido

A vida não tem sentido. ponto final.

E só o tem se escolhermos um. ponto final.

E logo a seguir vem a pergunta: que sentido? ponto final.

Vou escrever. É esse o sentido, E porquê esse e não outro?

É porque esse livro, humano, aqueles que ficam, não os que mostram ódio, nem na arte, muito menos na literatura. Os museus, as bibliotecas, são arte e cultura humanas, é o que fica.

Neste planeta tão desumano, intolerante, egoista e ganancioso, fica um livro humano, numtempo em que foi escrito humano, um livro que fale de dentro para lembrar ao outro, noutro tempo, que existe e é possível ser-se um certo ser humano: tolerante, generoso e cooperante.